Profa. Ms Gizele Monteiro
Vejam o video com a incrível flexibilidade desse garoto - flexibilidade-na-infancia
Profa. Ms Gizele Monteiro
Vejam o video com a incrível flexibilidade desse garoto - flexibilidade-na-infancia
Profa. Ms Gizele Monteiro
O que acontece quando usamos o alongamento dinâmico, isto é, com balanceios e insistências?
O fuso muscular, proprioceptor responsável para identificar o alongamento, controla qualquer alteração do comprimento do músculo, assim como a velocidade e a duração.
Nos movimentos dinâmicos, cada ciclo de movimento estará acionando o reflexo de alongamento por via dos fusos musculares. É preciso lembrar que a ativação desse sistema causa uma contração reflexa, portanto o alongamento será feito em um músculo contraído e com maior resistência. Essa é a ação protetora que o sistema nervoso por meio desse proprioceptor oferece ao músculo.
Por isso, os alongamentos que são realizados em rápida velocidade ou bruscamente (como no caso de movimentos balísticos, dinâmicos) podem, na verdade, aumentar a tensão no músculo que está sendo alongado (Kisner & Colby, 1992; McArdle et al., 1986; Bandy et al., 1998).
Isso não significa que não haverá ganho da flexibilidade com esse estímulo, porém o ganho na flexibilidade por meio desse método é inferior e de menor duração, pois ocorre principalmente sobre a influência dos componentes elásticos e nem tanto sobre os componentes plásticos (Weineck, 1991).
Gizele Monteiro e Rose Santiago
SER A FAVOR DA VIDA!
Marcha da Cidadania pela Vida em São Paulo transforma o ano de 2010 no ano oficial em “Defesa da Vida”, um exemplo para todo o Brasil.
Com o objetivo de promover uma das maiores mobilizações em favor da vida e demonstrar de modo contundente a verdadeira vontade do povo brasileiro, a Marcha da Cidadania pela Vida acontecerá no dia 20 de março, Sábado, às 10 horas. O trajeto da Caminhada, que terá aproximadamente 900 metros, será o seguinte: Viaduto Jacareí, Rua Maria Paula, Viaduto Dona Paulina, Praça Dr. João Mendes, Rua Quintino Bocaiúva, Rua Benjamin Constant e Praça da Sé.
Após duas grandes vitórias da sociedade na Câmara dos Deputados, mais uma vez todos os brasileiros em favor da vida serão conclamados a defendê-la.
Devido ao recurso de pequeno número de deputados inconformados com as derrotas e que insistem em aprovar o aborto até o nono mês da gravidez, nova votação será realizada na Câmara dos Deputados.
Os três atos anteriores realizados em São Paulo, assim como diversas manifestações e eventos de outras cidades do Brasil, que culminaram com a Marcha de Cidadania na Esplanada dos Ministérios em Brasília em 2009, foram decisivos para obtenção das duas grandes vitórias contra a legalização do aborto no Brasil. A primeira quando foi rejeitado por unanimidade o Projeto de Lei 1135/91 na Comissão de Seguridade Social e Família e a segunda quando foi rejeitado pela Comissão de Constituição e Justiça. Uma minoria derrotada recorreu ao plenário, onde haverá nova votação. O plenário é integrado por 513 deputados federais.
O evento contará com a participação de artistas, reconhecidas lideranças da sociedade civil, lideranças religiosas e não religiosas e diversas instituições que apóiam o Movimento em Defesa da Vida, e que já estiveram apoiando as manifestações anteriores.
Os atos realizados levaram mais de 15 mil pessoas na Praça da Sé, e contaram com a participação de personalidades como o Deputado Federal Luiz Bassuma (BA), presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Vida – Contra o Aborto da Câmara Federal; Senadora Heloísa Helena, presidente do PSOL; Dra. Marília de Castro, coordenadora do Movimento de Cidadania pela Vida do Estado de São Paulo; Dom Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo; Dr. César Perri, Federação Espírita Brasileira, Dr. Ives Gandra Martins, jurista; Pe. Marcelo Rossi; Reverenda Gladys Barbosa Gama, Igreja Medotista; Dom Nelson Westrupp, Presidente do Conselho Episcopal Regional Sul 1- CNBB; ; Dr. Rogério Pinto Coelho Amato, empresário e presidente da Rede Brasileira do Terceiro Setor – REBRATES; Dra. Lenise Garcia, professora do Departamento de Biologia Celular da UnB e presidente do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil sem Aborto; Jaime Ferreira Lopes,
Vice-Presidente do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil sem Aborto, Dra. Marlene Nobre, presidente da Associação Médico-Espírita do Brasil; Dr. Maria Odete Duque Bertasi, da AJE-SP e Instituto dos Advogados do Estado de São Paulo; Dra. Dr. Cícero Harada, presidente da Comissão da República e da Democracia da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB, entre outros.
Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil sem Aborto
O objetivo do movimento é defender a vida a partir da fecundação. Para isso reúne juristas, cientistas, professores e cidadãos que representam a sociedade civil, em manifestações pacíficas de natureza suprapartidária, supra-religiosa, plural e democrática, focado na luta por uma agenda positiva, que discute questões fundamentais do direito à vida plena.
O movimento conta com comitês Estaduais e a cada dia conquista novos integrantes, que vêm se organizando em caminhadas e eventos em todo Brasil. E é este entusiasmo que contagia as pessoas, as entidades, os clubes, as organizações religiosas, as associações de classe, cidades inteiras que se juntam em caravanas para que todos possam demonstrar ao país, a vontade popular, a verdadeira opinião da sociedade sobre este tema tão relevante.
O número dos brasileiros contrários ao aborto vem aumentando a cada ano. Segundo a última pesquisa Datafolha, 87% dos brasileiros são contra o aborto.
Compareça e Divulgue!
Equipe Mais Vida
O dia de homenagear as mulheres não poderia passar em branco. Segue um texto maravilhoso escrito pela psícóloga Tais Machado no qual retrata a fibra e a honra que as mulheres modernas possuem.
PARABÉNS PELO DIA DAS MULHERES! O Método Mais Vida fazendo parte da sua história!
Essas Mulheres de Hoje!
Taís Machado
O que dizer desses dias? Logo os primeiros de 2010 já repletos de tragédias, dentro de fora de nosso país? Tempo de tristezas, de compaixão, de reflexão, de mobilização.
E o que nos mostram a vida de algumas mulheres de nosso tempo em dias de dificuldades?
Perdemos uma missionária, uma evangelista brasileira que não via o Brasil como sua única paróquia. Zilda Arns morreu em missão, e, como diz a reconhecida jornalista Eliane Cantanhêde, ela morreu como viveu: chacoalhando em desconfortáveis jipes militares, aos 75 anos, numa guerra contra a pobreza, a sujeira, a ignorância. A favor da vida. Morreu para que tantos outros vivessem no pequeno Haiti, o mais miserável país da América Latina. Sua história e seus ideais se confundem com os de um ícone mundial: Madre Tereza de Calcutá. Mas Zilda não era freira, não usava o hábito e dedicou sua vida à vida alheia, mantendo-se bonita, vaidosa, imensamente feminina. Não interpretou um papel. Era apenas ela mesma em ação. Zilda, definitivamente, não passou pela vida em vão. E como a vida e a morte de alguns nos fazem repensar a nossa, não?
A morte da doutora Zilda nos convida a prestar maior atenção à vida e a agradecer por sua existência entre nós. Sua compreensão do evangelho e seu testemunho têm sido lembrados e celebrados em muitos cantos de nosso Brasil. O sociólogo André Ricardo de Souza, por exemplo, falou do trabalho dela na pastoral da criança e disse que se trata da entidade nacional que mais reúne voluntários, 260 mil pessoas, sendo 92% de mulheres e a absoluta maioria de pobres. Mas o feito que a coloca em posição destacada na história foi ter ensinado mães humildes a orientar mães semelhantes a como salvar e fortalecer seus filhos. Frei Betto repercutiu escrevendo sobre como ela nos deixa, de herança, o exemplo de que é possível mudar o perfil de uma sociedade com ações comunitárias da sociedade civil, ainda que o poder público e a iniciativa privada permaneçam indiferentes ou adotem simulacros de responsabilidade social. A jornalista Barbara Gancia falou do contraste da vida de dona Zilda, pois, em tempos de brigas por espaços por aparecer, intrigas entre celebridades, instantes de fama sendo disputadíssimos, uns querendo aparecer mais do que outros em nosso mundo de espetáculos, não fosse a tragédia, a maioria de nós nem saberia que Dona Zilda havia deixado suas férias sagradas, enquanto boa parte de nós desfrutávamos desse tempo, para ir servir lá no Haiti. Ela não era de perder oportunidades, sabia da urgência e da importância da obra.
Ruy Castro até comentou que dona Zilda, aos 75 anos, parecia tão ativa quanto na época em que começou a Pastoral da Criança em 1983 talvez até mais, porque, em 2004, ajudara a fundar a Pastoral do Idoso. Isso nos remete à história bíblica de Calebe, com toda sua fibra e disposição mesmo em idade avançada: Aqui estou hoje, com oitenta e cinco anos de idade. Ainda estou tão forte como no dia em que Moisés me enviou; tenho agora tanto vigor para ir à guerra como tinha naquela época (Js 14.10-11).
E como também disse o professor Fernando Altemeyer Junior: Obrigado, querida e amada doutora Zilda. Por tua missão e por tua entrega. Grato por nos ensinar a ver milagres de Deus dentro das entranhas da dor. Grato por ver com teus olhos ressurreição onde todos só conseguem ver fatalidade. Grato por experimentar e gestar vida onde tudo revela dor. Gente assim me faz celebrar com maior força e alegria a história de salvação de Deus que continua a ser construída. Também me anima a prosseguir vivendo pela esperança viva em Cristo.
Atentar respeitosamente para as que se vão e as lições que ficam, mas também observar e celebrar a vida de outras entre nós. Então o que dizer de Marina Silva ao olhar para sua vida, sua história, seu testemunho e sua dedicação? Como não se emocionar ao ver a reação natural do público do Fórum Social Mundial, aliás, que teve em sua maioria mulheres (59,3%), quando Marina foi chamada à frente aplaudida em pé. Reconhecido público e notório da vida de uma mulher que fala com seus atos, que evangeliza com sua própria vida. Uma mulher nascida no interior do Acre, negra, pobre, analfabeta até aos 16 anos, que exercita sua capacidade e inteligência, inclusive esforçando-se para recuperar anos de atraso nos estudos devido às condições desfavoráveis, para não dizer total falta de condições. Ela não só consegue seu diploma universitário e se especializa, como continua desenvolvendo e servindo com conscientização, fazendo um trabalho digno de respeito e admiração por tantos estudiosos e envolvidos na área ambiental e fora dela. Mesmo em meio à tanta sujeira do jogo e intrigas políticas, é reverenciada como senadora por seu trabalho e sua ética exemplar; e assim se vão anos de coerência. E ainda, Marina não se cansa de proclamar que uma das formas de amar a Deus e ao próximo é lutar por um mundo melhor.
Mulheres que fazem história, que compreenderam a integralidade do evangelho e impactam tão positivamente a sociedade. Obrigada, Senhor, por essas mulheres de hoje.
Profa. Ms Gizele Monteiro
O método Mais Vida Gestantes® e a academia Cia Athletica - unidade Morumbi, estarão realizando nesse sábado dia 13, o Especial Gestante, um evento especial para Gestantes, mulheres no Pós-parto ou para aquelas que já desejam saber como se preparar para a gravidez. O evento terá um apoio do Empório da Papinha e Maria Barriga.
Informe-se para participar!

Profa. Ms Gizele Monteiro
GINÁSTICA PARA GESTANTES - atividade em grupo
Uma atividade em grupo é excelente para descontrair e motivar, mas a primeira coisa a se observar é se o médico libera para a realização de exercícios. Após esse passo a gestante está liberada para a atividade, porém todo o controle e conhecimento também deve ser levado em consideração.
As aulas devem ser programadas e direcionadas para as necessidades gestacionais, havendo sempre a ação em diferentes grupamento musculares e também exercícios com objetivos e materiais diferentes. Mesmo uma gestante sedentária pode iniciar, mas sempre com o controle do profissional que irá atendê-la.
As aulas de Ginástica para Gestantes são compostas de exercícios que tenham um objetivo para a melhora da condição aeróbica, mas principalmente é composta de exercícios de fortalecimento, os chamados localizados, e exercícios de alongamento, que promovem o relaxamento e ação em músculos sobrecarregados pelas mudanças posturais. Ambos são muito importantes para qualquer gestante.
Esses exercícios proporcionam o equilíbrio para grupamentos musculares sobrecarregados pelas mudanças posturais, tanto em força quanto no relaxamento. Os exercícios de alongamento não podem ser esquecidos e devem fazer parte de um programa de Ginástica para Gestantes.
Novas tendências para a GINÁSTICA PARA GESTANTES - TREINAMENTO FUNCIONAL (TF)
Com força total o treinamento funcional é uma atividade que vem ganhando espaço no mercado e com certeza deve fazer parte da composição de um programa de Ginástica para Gestantes. O treinamento funcional veio para ficar, pelo menos por alguns anos essa modalidade estará na lista das academias e prioridade dos profissionais.
No treinamento funcional existe uma variação muito grande de exercícios e equipamentos (materiais) que podem ser utilizados. O profissional deverá conhecer muito bem cada exercício e material para adaptá-lo para a gestante. Não são todos que ela poderá fazer. As grandes instabilidades e exercícios arriscados devem ser tirados do quadro de exercícios selecionados. Na gravidez a orientação deve ser sempre a segurança da gestante não só pela superfície mais estável (normalmente quanto mais instável no TF mais eficiente é o exercício), mas também pelo grau de dificuldade ou ação do exercício. É importante que o profissional conheça bastante da gravidez e do treinamento funcional para aplicá-lo. O método Mais Vida Gestantes® tem profissionais capacitados para trabalhar com toda a segurança necessária para a gestante.

PROGRAMA PÓS-PARTO - GINÁSTICA PARA PÓS-PARTO - aula em grupo
Novamente dentro de um conceito inovador o método Mais Vida Gestantes® traz a ginástica para mulheres no Pós-parto em grupo. Semelhante a Ginástica para Gestantes, com todo os cuidados que a mulher nesse período precisa. Um foco no fortalecimento do músculo abdominal, músculos posturais e do assoalho pélvico, tudo com critérios de segurança para que a mulher não comprometa sua saúde e sua amamentação.
Engana-se quem acha que no pós-parto pode voltar com o ritmo total. O exercício nesse período requer tanto cuidado quanto durante a gestação, pois o corpo da mulher ainda não voltou ao normal e há grande influências hormonais ainda. Desse forma o exercício intenso, independente de qual seja, pode provocar lesões e também comprometer a amamentação.
PROGRAMA PRÉ-GRAVIDEZ
Para quem planeja sua gravidez o programa deve ter como foco a preparação física do corpo da mulher, seja no sentido de perda de peso, como também no fortalecimento dos grupamentos musculares que serão sobrecarregados nesse momento. Por isso os programas são com objetivos, intensidades e volumes diferentes.
O Método Mais Vida Gestantes - Programa de exercícios Pré-gravidez, Gravidez e Pós-parto oferece em seus pontos de atendimento aulas de ginástica para gestantes e mulheres no pós-parto.
Saiba mais: e-mail - contato@gizelemonteiro.com.br ou fone - (11) 2867.3307 / 7871.4162.
Essa técnica pode ser uma aliada da gestante para aliviar o inchaço — mas só quando feita da forma correta (http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI21653-10565,00-DRENAGEM+NA+GRAVIDEZ.html).
Por Vanya Fernandes

Mulher é um bicho esquisito. Grávida então, nem se fala. Quando estamos no “estado interessante”, nosso corpo tem um aumentodo volume sanguíneo que varia de 30% a 50%, e essa alteração é maior em volume plasmático. Ou seja, temos a capacidade de reter em nosso organismo um volume de água até 8 litros acima do normal. O hormônio progesterona é o responsável por essa situação. Somem-se a isso: bebê + placenta + líquido amniótico e, é claro, algumas gordurinhas daquela fatia de bolo de chocolate à qual você não resistiu. Pronto!
Dá-lhe desconforto, inchaço e sensação de peso nos pés e nas pernas. Uma alternativa para aliviar o mal-estar é a drenagem linfática, técnica que estimula o sistema linfático por meio de massagens, eliminando o excesso de líquidos e toxinas pela urina. Mas a história não é tão simples assim. Como tudo que se faz durante a gravidez, com essa massagem também precisa-se ter cautela.
Uma drenagem linfática mal executada pode estimular as contrações uterinas e causar até a precipitação do parto a partir do sexto mês de gestação. Também pode comprometer a circulação e causar hematomas. “Considero que nem 10% das drenagens são realizadas de forma correta. Não existe nenhum estudo científico sobre o risco desse tratamento. Mas, por precaução, prefiro que minhas pacientes optem por outras atividades, como a hidroginástica”, afirma o coordenador do Pré-natal Personalizado da Unifesp, Abner Lobão. “Acho temerário alterar o nível do sistema hídrico da gestante. O volume de água e de sangue aumenta justamente para compensar a perda líquida na hora do parto”, conclui.
A preocupação do médico tem fundamento. No consultório de outro colega, o também obstetra Sang Cha, três pacientes entraram em trabalho de parto logo após sessões de drenagem linfática. Mesmo assim, o médico é favorável a ela. “Acho a drenagem benéfica porque propicia o relaxamento da gestante e drena o excesso de líquidos quando o sistema linfático não é capaz de eliminar sozinho. Só não deve ser feita mais que duas vezes por semana e apenas até o sexto mês.
O profissional deve conhecer a fisiologia do corpo e, principalmente, antes de iniciar uma sessão perceber se o útero não está contraído”, explica Cha, que também é responsável pelo Serviço de Medicina Fetal do Laboratório Fleury e especialista em gestações de alto risco. Para não ter contratempos, procure um fisioterapeuta cadastrado na Sociedade Brasileira de Medicina Estética para fazer a drenagem.
Mas também pôde comprovar a diferença entre uma drenagem feita em clínica de estética e outra realizada por fisioterapeuta. “No início da gestação, soube que seria bom fazer drenagem. Fiz várias sessões e, realmente, me sentia bem melhor. Mas percebi que algo estava errado na pressão das mãos do massagista. Procurei uma fisioterapeuta e vi a diferença. Os movimentos são bem mais leves e rítmicos. É imbatível a sensação de relaxamento”, conta a psicóloga, que também faz ginástica para gestantes e RPG. Mãe de João Pedro, de 1 mês, a empresária Georgiana Faria concorda: “Não sofri com dores nas costas nem com inchaço nos pés e nas pernas. Além disso, tive um parto natural maravilhoso e, coincidência ou não, fiz drenagem até o sétimo mês. Pretendo voltar a fazer assim que o meu médico permitir”, afirma ela, que se submeteu à drenagem com fisioterapeuta.
| A fisioterapeuta do Setor de Pré-natal Personalizado da Unifesp, Mirca Ocanhas, especialista em gestantes, explica os 5 pontos principais que devem ser observados nessa massagem: 1- Independentemente de ser realizada em grávidas ou não, a drenagem linfática tem de ser executada com movimentos precisos,suaves e direcionados. |
Estamos lançando o novo curso de certificação no Método Mais Vida - Programa de Exercícios para Grupos Especiais.
Informações: contato@metodomaisvida.com.br
Profa. Ms Gizele Monteiro
Existe ainda divergências nas opiniões dos especialistas sobre a realização do exercício abdominal para gestantes.
Existem 2 tipos de opiniões:
1. os acham que eles devem ser restringidos durante a gestação,
2. os que acreditam que no início da gravidez a mulher pode fazer abdominais sem causar nenhum prejuízo ao feto, mas à medida que a barriga for crescendo, mesmo se ela quiser, não conseguirá mais, pelo desconforto.
3. os que acham importante por propiciarem uma boa tonificação da parede abdominal, ajudando a sustentar o abdômen grávido, a melhorar a postura da gestante e fortalecidos serão de especial importância para o trabalho de parto.
Independente da opinião ou literatura adotada pelo profissional que prescreverá para a gestante, a opinião do médico deverá ser respeitada em primeiro lugar, portanto a gestante deverá ter a liberação médica.
Existe ainda a considerar:
- o nível de aptidão da gestante, isto é, se ela era sedentária ou ativa antes de engravidar. Gestantes sedentárias terão bastante dificuldade no aprendizado do exercício e não terão o nível de força adequado para realizá-lo, portanto não é interessante esses exercícios para gestantes em histórico anterior de exercício.
- a posição adotada no exercício abdominal, chamada “posição supina ou decúbito dorsal”. A execução do abdominal nessa postura deve ser evitada porque o útero com o peso do bebê pode comprimir a veia cava, limitando o fluxo de sangue e oxigênio para a mãe e o bebê. Mas isso não significa que estejam completamente excluídos todos os exercícios relacionados com a barriga, o que deve ser evitado é a posição.
Além da posição que deve ser mudada com o avanço dos meses e aumento do volume abdominal a gestante poderá não conseguir realizar os exercícios por desconforto ou perda de força devido o afastamento dos músculos abdominais.
Uma das estratégias seria realizar os exercícios abdominais na posição semi-deitada ou sentada, desde que não comprometa a postura e nem seja realizado de forma incorreta.
“Não é indicado portanto realizar os exercícios abdominais na forma tradicional.”
Profa. Ms Gizele Monteiro
Uma excelente fonte de informação segue com o artigo postado pelo Prof. Wagner Dantas sobre um tema muito comum e importante na qualidade de vida e saúde: depressão e fibromialgia. As pesquisas mais recentes têm levado a mudança na opinião de vários médicos e profissionais que atendem na área da saúde. O site traz outras informações sobre o efeitos clínico do exercício.
Confira!
Por Prof. Wagner S. Dantas
Dados sobre a relação entre DEPRESSÃO e DOR foram divulgados no último Encontro Mundial da Associação Americana de Psiquiatria, realizado entre 24 e 26 de maio, em Atlanta.
Os psiquiatras agora reafirmam o que os reumatologistas anunciaram em 1990: “que dores vagas e difusas, cefaléia, insônia, dor nas costas, problemas digestivos, alterações no apetite, fadiga entre outros são sintomas incluídos na síndrome da fibromialgia”.
O nome não importa, mas um número crescente de médicos e pacientes estão se beneficiando com o tratamento com antidepressivos associados aos analgésicos.
Entretanto, a pesquisa revela que falta muito para identificar o diagnóstico adequado da depressão, por parte de médicos e pacientes em relação ao assunto, apontados pela pesquisa:
1)72% dos pacientes não sabiam que dores vagas ou difusas, de cabeça, nas costas ou mesmo distúrbios gastrintestinais também eram sintomas da doença.
2) Somente 38% dos médicos acreditam que as dores físicas são sempre ou na maioria das vezes um sintoma da depressão ou fibromialgia.
3 ) 30% dos pacientes apresentam os sintomas físicos dolorosos por mais de 5 anos antes de receberem diagnóstico apropriado. Além disso, chegam a procurar um médico cerca de 5 vezes até ser constatado o quadro depressivo.
Atualmente, no mundo, cerca de 340 milhões de pessoas têm o diagnóstico de depressão, porém uma parcela pequena tem a depressão com dor que se constitue na fibromialgia
A depressão interfere na habilidade para trabalhar, estudar, comer, dormir e apreciar atividades antes agradáveis. Tem como uma de suas causas uma disfunção no sistema nervoso central , resultando em um desequilíbrio nas concentrações de serotonina e noradrenalina, em conjunto ou separadamente. Estes dois neurotransmissores têm um papel muito importante no aparecimento e equilíbrio das emoções assim como na percepção de estímulos dolorosos relacionados à depressão e, portanto, aos sintomas físicos e emocionais mencionados anteriormente.
Sabe-se que há sintomas mais relacionados ao desequilíbrio da serotonina e outros ao da noradrenalina. Os antidepressivos com ação dupla cumprem esse papel e dentre eles, o mais recente é a duloxetina cujo mecanismo de ação caracteriza-se pela atuação sobre esses dois neurotransmissores de forma balanceada e potente.
Fonte: Associação Americana de Psiquiatria
EXERCÍCIOS FÍSICOS TÊM SIDO UTILIZADO COMO UM DOS MEIOS DE MELHORAR OS QUADROS DE DEPRESSÃO, STRESS E TAMBÉM A FIBROMIALGIA.
“Procure um profissional especializado em exercícios nessas doenças para atendê-lo.”